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Reforma da Previdência Social

O atual presidente em exercício Michel Temer se reúne para tratar da reforma da previdência com centrais sindicais. A previdência do Brasil vem sendo um problema há muito tempo, com o rombo que a previdência vem sofrendo todos os anos está se tornando cada vez mais difícil poder contar com uma aposentadoria futura. Com o novo presidente em exercício algumas mudanças deverão ser feitas para que melhore essa situação.

Sindicalistas resistem às mudanças

O presidente Michel Temer está se reunindo com presidentes sindicais e ministros do governo (Eliseu Padilha (Casa Civil), Henrique Meirelles (Fazenda) e Ronaldo Nogueira (Trabalho), além de Antonio Neto (CSB), José Ramos (NCST), Ricardo Patah (UGT) e Paulinho da Força (Força Sindical))  a fim de chegar a um acordo para melhorar a aposentadoria, no entanto, não está sendo fácil, pois as centrais sindicais estão cada vez mais resistentes em defender os direitos dos trabalhadores brasileiros.

Tipo de mudança proposta

Uma das mudanças propostas pelo presidente é de aumentar a idade mínima da aposentadoria, segundo Meireles essa mudança é fundamental para garantir o financiamento da previdência.

Previdência Social (Imagem: Divulgação)

Previdência Social (Imagem: Divulgação)

O que essa mudança traria para os brasileiros

Segundo Paulo Pereira da Silva (SD-SP), presidente nacional da Força Sindical, essa ideia não vai trazer muitos benefícios aos trabalhadores brasileiros, pelo contrário, vai prejudicar quem ingressa mais cedo no mercado de trabalho, como ocorre com a maioria dos brasileiros. Segundo Paulo, o governo já fez outras mudanças que trouxe enormes prejuízos aos trabalhadores.

Acesse e saiba mais informações: INSS – extrato previdenciário 

Opinião das centrais sindicais

Segundo as centrais sindicais a previdência não pode ser mexida, mas segundo Antônio Neto presidente da CSB, propostas podem ser feitas e discutidas, pois o que não pode ser feito é o governos decidir o futuro da presidência sozinho.

previdencia

Reforma da Previdência Social. Imagem:divulgação

O diálogo é sempre a melhor solução para os problemas. Segundo Paulo a previdência não precisa passar por reforma, o atual governo necessita avaliar a previdência, conhecer como funciona, para depois discutir sobre reformas.

Direitos dos aposentados

Na sexta-feira dia 13 de maio o ministro do Planejamento Romero Jucá aprova que sejam feitas modificações nas regras da previdência. Segundo o ministro o governo não tem intensão de mexer na remuneração dos trabalhadores que já encontram-se aposentados.

Romero defende que os aposentados de agora e de aqui há alguns anos possam receber sua aposentadoria na íntegra, pois o que ocorreu na Grécia de diminuir a aposentadoria daqueles que já estavam aposentados, não pode ocorrer aqui no Brasil.

Acesse e saiba mais informações: Confira Como Funciona a Aposentadoria por Tempo de Serviço

Concluindo sobre a reforma

Por enquanto nada foi decidido e pelo jeito ainda teremos muitas reuniões e decisões a serem tomadas. Não é fácil mexer na previdência social, essa é uma conta que mexe com milhões de brasileiros, portanto é preciso que as mudanças sejam para benefício de todos e não como vem ocorrendo nos últimos anos, quem mais sai perdendo é o trabalhador brasileiro. Vamos ficar de olho!!!

Greve geral na mobilização contra a reforma da previdência social

Greve geral contra as reformas da Previdência Social e trabalhista proposta pelo governo e seu Presidente Michel Temer levou muitas pessoas as ruas na quarta feira (15 de março de 2017). Os atos de protesto aconteceram em todos os estados do Brasil. A paralisação afetou transportes públicos, rodovias, serviços bancários.

Greve geral na mobilização contra a reforma da previdência social

Greve geral na mobilização contra a reforma da previdência social.

A reforma da Previdência prevê a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem, com 25 anos de contribuição.

A regra de transição prevê que homens com mais de 50 anos e mulheres com mais de 45 poderão entrar num regime pelo qual terão que pagar um pedágio de 50% sobre o tempo faltante para a aposentadoria.

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