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Reforma da Previdência: Pontos que o Governo Não Esclareceu

A Reforma da Previdência possui muitos pontos que serão alterados e mudados, mas nem todos eles estão totalmente esclarecidos para a população. Muito se fala, mas pouco realmente se explica. Existem muitos detalhes que são importantes e que devem ser de conhecimento dos segurados, pois são eles que fazem as contribuições e que serão os mais afetados com as mudanças.

A seguir, confira alguns pontos da Reforma da Previdência que o governo brasileiro não esclareceu.

Mudança nas Alíquotas de Contribuição

Reforma da Previdência. Imagem: diuvlgação

Uma mudança pouco falada é em relação às alíquotas de contribuição, que refletem diretamente no valor que o contribuinte paga à Previdência durante o ano. Atualmente, os contribuintes pagam ao INSS uma alíquota de 8% a 11% de todo o salário, conforme o que recebe, sendo essa alíquota podendo ser paga de forma individual ou pelo empregador.

Com a Reforma da Previdência, haveria uma tabela com alíquotas diferentes para cada tipo de salário, assim como funciona no imposto de renda. Essas alíquotas poderiam ir de 7,5% a até 11,68%.

Capitalização para Novos Servidores

A Reforma da Previdência também engloba um sistema de capitalização para novos servidores. Consiste em um sistema de contas individuais destinadas às pessoas que se tornarem servidoras após a aprovação da Reforma.

Essa capitalização seguiria um regime de contribuição definida, ou seja, o trabalhador iria receber durante a aposentadoria aquilo que conseguiu contribuir para o INSS. Aqueles que não conseguissem contribuir o suficiente, iriam receber pelo menos um salário mínimo. Entretanto, ainda há diversos pontos faltando nessa proposta referente ao sistema de capitalização.

Abono Salarial e a Assistência s Social

Quem recebe o benefício de assistência social também lidará com mudanças, principalmente as pessoas com mais de 65 anos. A mudança principal está no valor pago: antes era de um salário mínimo, agora quem possui mais de 60 anos passa a receber R$400 e quem possui mais de 70 anos, recebe o salário mínimo. As regras foram mantidas para os deficientes do Benefício de Prestação Continuada.

Alguns especialistas afirmam que não é uma mudança boa, pois pela atual, quem possui 65 anos recebe um salário mínimo, independentemente do tempo de contribuição. Pela nova regra, quem não possui 70 anos, terá que viver com R$400 por um bom tempo e isso é praticamente impossível no país em que vivemos.

Como já mencionamos, a proposta ainda pode ser alterada em vários pontos.

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